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24/08/2026, 13:48

Filha mata a própria mãe que era médica psiquiatra. Ela estudava adolescentes homicidas.

Polícia investiga ataque que teria sido planejado pela filha da médica após uma discussão familiar; dois homens foram presos e são apontados como suspeitos.
Filha mata a própria mãe que era médica psiquiatra. Ela estudava adolescentes homicidas.
Foto: Divulgação / Gonews
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A médica psiquiatra Tamela Dutcher, de Ohio, nos Estados Unidos, foi morta a tiros dentro da própria residência, no condado de Delaware, na madrugada de 14 de agosto. Segundo a polícia, Christian Evans, de 20 anos, e Dajameous Payne, de 21, teriam invadido o imóvel e efetuado disparos contra Tamela e o marido dela. A médica foi atingida no rosto enquanto estava sentada no sofá e chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O marido também foi alvo dos criminosos, porém não foi atingido. As autoridades ainda não esclareceram qual dos dois suspeitos efetuou o disparo fatal.

As investigações apontam que Bryanna Dutcher, filha da vítima e namorada de Christian Evans, teria participado do planejamento do crime após uma discussão com a mãe sobre tarefas domésticas. Conforme os depoimentos reunidos pela polícia, a jovem mantinha o relacionamento em segredo e teria relatado ao namorado o conflito ocorrido em casa. Christian teria sugerido o assassinato e, segundo a investigação, Bryanna concordou com a proposta e auxiliou na organização do ataque. Os dois homens permaneceram do lado de fora da residência até receberem informações sobre a localização dos moradores. Depois do crime, a jovem teria fornecido versões falsas aos investigadores e indicado outra pessoa como possível responsável.

Christian e Dajameous foram posteriormente identificados pela polícia. Christian também teria sido flagrado descartando uma sacola que continha um coldre e uma calça, materiais que passaram a integrar as evidências do caso. A morte de Tamela ganhou ainda maior repercussão pelo histórico acadêmico da médica: em 2002, ela e Daniel Davis publicaram um estudo dedicado à análise de adolescentes envolvidos em homicídios. O trabalho examinou aspectos como características pessoais, relações familiares, raça e condições socioeconômicas, sendo citado como referência para pesquisas relacionadas a comportamentos violentos na adolescência. (Da redação GON/Edição: Júlio César)

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