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  • 15 Habits that could be hurting your business relationships

    15 Habits that could be hurting your business relationships

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  • Clube Esmeraldino faz pedido de impugnação do jogo, e será julgado nesta quinta-feira.

    Clube Esmeraldino faz pedido de impugnação do jogo, e será julgado nesta quinta-feira.

    O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgará o pedido de impugnação da partida entre América-MG e Goiás, pela 32ª rodada da Série B, nesta quinta-feira. A contestação foi feita pelo time esmeraldino, que alega “erro de direito” do árbitro Caio Max Vieira. O caso será analisado pelo Tribunal Pleno a partir das 10h. Se o jogo for anulado, as duas equipes terão que se enfrentar novamente, e o Goiás, sexto colocado com 57 pontos, poderia somar mais dois pontos (em vez de um ponto conquistado com o empate, o Esmeraldino poderia somar três em caso de vitória).

    O América-MG, nono colocado com 55 pontos, também poderia conquistar dois pontos a mais se o jogo for remarcado.Toda a polêmica ocorreu no fim do jogo, que terminou empatado por 2 a 2 no estádio Independência, em Belo Horizonte. Aos 42 minutos do segundo tempo, o atacante colombiano Ángelo Rodríguez marcou o terceiro gol do Verdão.

    Inicialmente, o árbitro Caio Max Vieira validou o gol, mas anulou o lance logo depois com auxílio do árbitro de vídeo (VAR). O curioso é que o próprio árbitro foi o personagem central da jogada. Na origem do lance, a bola desviou em Caio Max antes de chegar até Ángelo Rodríguez, no entanto, não houve mudança de posse de bola.

    No entendimento do departamento jurídico do Goiás, o juiz cometeu um “erro de direito” ao voltar atrás e anular o gol. O lance gerou grande protesto de jogadores, comissão técnica e até mesmo da diretoria do Goiás. O goleiro Tadeu fez duras críticas ao árbitro e o diretor de futebol Lucas Andrino reclamou de forma ríspida em campo. (Da redação GON /Fonte: GE)

  • Cesta básica em Anápolis tem aumento de 8,75% em novembro, aponta Procon.

    Cesta básica em Anápolis tem aumento de 8,75% em novembro, aponta Procon.

    O Procon Anápolis realizou uma análise comparativa de preços nos dias 4 e 5 de novembro deste ano, envolvendo 23 produtos de diferentes marcas em seis estabelecimentos comerciais. Em Anápolis, o valor da cesta básica teve um acréscimo de 8,75% em relação a outubro. Os itens que apresentaram os maiores aumentos foram a batata inglesa, a carne e o tomate, enquanto o macarrão tipo espaguete e o sabão em pó mostraram as maiores quedas de preço. Todos os itens analisados, que compõem a cesta básica nacional, conforme a definição do DIEESE, tiveram seus preços comparados levando em consideração as mesmas características e peso, utilizando como critério a identificação do menor e maior preço.

    O sabão em pó, nas versões sachê ou caixa de 800 gramas, apresentou uma variação de 139%, com preços que vão de R$ 4,59 a R$ 10,99. Já a banana teve uma flutuação de 117%, variando de R$ 2,99 a R$ 6,49 por kg. No caso do sabão em barra, embalagem de 900 gramas, houve uma oscilação de 93%, sendo encontrado por preços que variam de R$ 5,99 a R$ 11,59. O detergente líquido, embalagem de 500 ml, apresentou uma variação de 82%, com valores entre R$ 1,15 e R$ 2,09.

    Quanto ao papel higiênico fino branco, pacote com 4 unidades, apresentou uma flutuação de 79%, variando entre R$ 2,79 e R$ 4,99. Outro produto que não pode faltar, a farinha de trigo, embalagem de 1 kg, teve uma oscilação de 73%, podendo ser encontrada de R$ 2,89 a R$ 4,99. Por sua vez, o arroz tipo 1, pacote de 5 kg, apresentou uma variação de 11%, com preços que variam de R$ 27,99 a R$ 30,99. Enquanto isso, o feijão carioquinha, embalagem de 1 kg, teve uma flutuação de 28%, com preços que vão de R$ 4,69 a R$ 5,99.

    Ao analisar o impacto dos preços da cesta básica nacional sobre o salário mínimo, é possível avaliar a alteração no poder aquisitivo do trabalhador. Assim, observou-se que um trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 1.412,00 terá que destinar R$ 592,45 para adquirir a cesta básica individual, com base no preço médio dos itens pesquisados e estabelecido pelo DIEESE. Esse valor corresponde a 41,95% de sua renda.

    Em outubro, o valor médio da cesta básica foi de R$ 544,80, e em novembro, o preço encontrado foi de R$ 592,45. Portanto, houve um acréscimo de R$ 47,65 no preço da cesta básica nacional, conforme os dados do DIEESE. “Recomendamos que os consumidores leiam cuidadosamente os rótulos dos produtos para evitar a compra de itens vencidos, além de ficarem atentos às promoções relâmpago e ofertas especiais. Para otimizar as compras, sugerimos elaborar uma lista, pois isso pode reduzir significativamente os gastos, evitando aquisições impulsivas e esquecendo itens essenciais. Lembramos que solicitar a nota fiscal é um direito do consumidor, faça valer esse direito!”, afirmou Wilson Velasco, diretor do Procon Anápolis.

    Constatando alguma irregularidade, denuncie pelos canais de atendimento do Órgão – Telefone: (62) 3902-1365 ou WhatsApp: (62) 3902-2882. Se necessário atendimento presencial, basta se direcionar até a sede do Procon Municipal: Rua Estrela do Sul, esquina com Avenida Belo Horizonte, Vila Jussara, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. (Da redação GON / Fonte: Secom Anápolis)