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15/07/2026, 15:41

Ministério da Saúde amplia oferta de insulina glargina no SUS para públicos prioritários

Transição gradual da insulina NPH para a glargina contempla crianças, adolescentes e idosos elegíveis, com distribuição do medicamento e acompanhamento pelas Unidades Básicas de Saúde em todo o país.
Ministério da Saúde amplia oferta de insulina glargina no SUS para públicos prioritários
Foto: Divulgação / Gonews
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O Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina na rede pública de saúde. A nova etapa do tratamento é destinada a pacientes de 2 até 18 anos incompletos com diabetes tipo 1, além de pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A mudança será realizada mediante avaliação clínica e prescrição médica, com atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A insulina glargina possui ação prolongada e, em muitos casos, permite apenas uma aplicação diária, contribuindo para maior praticidade no tratamento.

De acordo com a pasta, o novo medicamento proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduzindo a ocorrência de episódios de hipoglicemia e favorecendo a adesão ao tratamento. Até a última segunda-feira (13), mais de 254 mil tubetes de insulina glargina haviam sido distribuídos para 16 estados, além de 52.350 canetas reutilizáveis destinadas à aplicação do medicamento. A previsão do Ministério da Saúde é concluir o envio dos insumos para todas as unidades da Federação até o fim de julho. A iniciativa integra uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), voltada à fabricação nacional do medicamento e ao fortalecimento do abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para solicitar a substituição da insulina, o paciente ou seu responsável deve procurar a UBS mais próxima com a receita médica devidamente emitida e assinada. A equipe multiprofissional da unidade avaliará a indicação clínica para a mudança do tratamento e fornecerá orientações sobre a aplicação, o armazenamento e o uso correto da insulina glargina. Além do medicamento, os pacientes contemplados receberão uma caneta reutilizável, com validade de até três anos, e as agulhas necessárias para a administração do tratamento, garantindo que a transição ocorra de forma gradual e segura na Atenção Primária à Saúde. (Da redação GON/Edição: Júlio César)

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