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Médicos credenciados na Prefeitura de Goiânia anunciam paralisação

Segundo o Simego, a paralisação a partir da 0h do dia 13 de janeiro de 2026 é motivada pela continuidade de problemas estruturais e administrativos que, de acordo com a categoria, afetam diretamente as condições de trabalho dos profissionais e a qualidade da assistência prestada à população.

As notícias no inicio do ano que se inicia, não são as melhores para os goianienses que dependem dos serviço público na área da saúde. Os médicos credenciados que atuam na rede municipal de saúde de Goiânia decidiram suspender os atendimentos a partir da 0h do dia 13 de janeiro de 2026, por prazo indeterminado. A deliberação ocorreu durante uma Assembleia Geral Extraordinária Permanente realizada no último dia 6 de janeiro e foi oficialmente comunicada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego).

Segundo a entidade sindical, a paralisação é motivada pela continuidade de problemas estruturais e administrativos que, de acordo com a categoria, afetam diretamente as condições de trabalho dos profissionais e a qualidade da assistência prestada à população. A moradora da Chácara do Governador, Maria Helena afirmou a nossa reportagem que vem enfrentando muitas dificuldades nos atendimentos quando precisa ir na unidade de saúde Upa Paulo Garcia, imagina agora após a paralização. “Nós não temos nenhum valor para os políticos fora de campanha eleitoral, se antes estava difícil ser atendida imagine agora, desabafa.”

Entre as principais demandas estão a garantia de ambientes adequados de trabalho, a disponibilização suficiente de recursos humanos e materiais nas unidades de saúde, além da regularidade e previsibilidade no pagamento dos honorários médicos. Outro ponto central das reivindicações é a manutenção do Edital de Chamamento nº 06/2024. Em contrapartida, os médicos exigem a revogação do Edital de Chamamento nº 03/2025, que, conforme o Simego, prevê uma redução de até 35% nos valores pagos aos profissionais, além da ampliação das jornadas de trabalho para até 24 horas ininterruptas.

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Para o sindicato, essas mudanças representam precarização das relações laborais e podem comprometer a segurança e a qualidade do atendimento oferecido aos usuários do sistema municipal de saúde. O Simego informou ainda que, em cumprimento à legislação vigente, os serviços de urgência e emergência continuarão funcionando normalmente durante o período de paralisação. Os demais serviços permanecerão suspensos até que todas as reivindicações da categoria sejam plenamente atendidas. (Da redação GON/Edição: Júlio César)

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