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Política

Chanceler da China, Wang Yi afirma que nenhum país é juiz do mundo

Segundo Wang Yi, o cenário internacional está “cada vez mais turbulento e complexo”, marcado pelo que classificou como práticas de unilateralismo e abuso hegemônico nas relações entre os países.

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reagiu nesta segunda-feira (5/1), à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (PSUV), durante uma operação conduzida pelos Estados Unidos, afirmando que Pequim não aceitará que qualquer país se coloque na posição de “juiz do mundo”. A declaração reforça o posicionamento chinês contra ações unilaterais no cenário internacional.

De acordo com o chanceler, o contexto global atravessa um período de instabilidade crescente, descrito por ele como “turbulento e complexo”, impulsionado por práticas que classificou como unilateralismo e abuso de poder hegemônico nas relações entre os Estados. Wang Yi reiterou que a China se opõe de forma permanente ao uso ou à ameaça do uso da força, assim como à imposição da vontade de um país sobre outros.

O ministro acrescentou que Pequim está disposta a cooperar com a comunidade internacional, “inclusive com o Paquistão”, para defender os princípios da Carta das Nações Unidas, preservar o que chamou de “limite mínimo da moral internacional” e avançar na construção de uma “comunidade de destino comum para a humanidade”. (Da redação GON/Edição: Júlio César)

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