Política
Bolsonaro recebe alta hospitalar e volta a cumprir pena na PF
Médicos que acompanham o ex-presidente informaram na quarta-feira (31/12) melhora da crise de soluços e já haviam programado a alta na última quinta-feira (1º) caso não houvesse nenhum novo problema de saúde.
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta médica e deixou o Hospital DF Star no fim da tarde desta última quinta-feira (1º), após mais de uma semana internado em Brasília. A saída ocorreu por volta das 18h40, quando um comboio com batedores da Polícia Militar do Distrito Federal e veículos pretos descaracterizados deixou a garagem da unidade hospitalar, localizada na Asa Sul, área central da capital.
Bolsonaro estava hospitalizado desde o dia 24, período em que foi submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Durante a internação, a equipe médica também acompanhou um quadro persistente de soluços, que motivou novos exames e avaliações clínicas. Na quarta-feira (31), o ex-presidente passou por uma endoscopia, procedimento que confirmou a continuidade de esofagite e gastrite, mas sem agravamento do quadro geral.
Segundo os médicos responsáveis, houve melhora significativa da crise de soluços, o que permitiu a programação da alta para esta quinta-feira, desde que não surgissem novas intercorrências o que de fato não ocorreu. Com a liberação hospitalar, Jair Bolsonaro foi reconduzido à Superintendência da Polícia Federal, também em Brasília, onde permanece preso desde novembro, após condenação a 27 anos e três meses de prisão por envolvimento na trama golpista.
Mais cedo, ainda na manhã desta quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes rejeitou o pedido da defesa que solicitava a conversão da prisão em regime domiciliar por motivos humanitários após a alta médica. Na decisão, o ministro destacou que não foram apresentados “fatos supervenientes” capazes de modificar o entendimento anterior, que já havia negado o benefício em 19 de dezembro de 2025.
O despacho do STF reafirma que continuam garantidos ao ex-presidente o acompanhamento integral de sua equipe médica, o fornecimento dos medicamentos necessários, a atuação de um fisioterapeuta e a possibilidade de recebimento de alimentação preparada por familiares. (Da redação GON/Edição: Júlio César)
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